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Hoje eu vim assistir “viver sem tempos mortos”. O destino quis que fosse solitário e em um momento bem reflexivo. Será que é tudo que preciso?

Eu sei que meu coração pula de alegria com o que me espera. Um misto de realização com dever comprido. O teatro cumprindo seu papel, seria?

Obrigada Deus pelo teatro. Obrigada por mais um dia.

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Supera

“Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém”.

Supera! Ando praticando essa máxima todo dia.  Ando admirando a força dessa palavra. Ando escrevendo ela nos meus cadernos. Para não correr o risco do passar dos dias. De passar e esquecer que superar é necessário sempre.

p.s: três meses que não apareço. acho que tava tudo bem controlado até aqui. Mas este sábado tudo mudou. precisando filtrar emoções.rs

Certezas

A única certeza que queria naquele momento era de que nunca mais aquele sentimento ia voltar. Aquela autosabotagem que sempre a fazia retornar para um caminho sombrio e de desconfianças. Era o amor na sua forma mais brutal fazendo o corpo tremer, não de prazer, mas de insegurança. Logo ela que dizia que aquela sentimento de ser dono do outro não era amor. Era perdição ela sabia. Era o que não a deixava pensar, viver e ser feliz.
Era o que ela sempre rebatia. Era o que ela não ia deixar acontecer. Ou não?

“e nessa de cuidar, vou cuidar de mim. De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de esperar demais. Dessa minha mania tão boba de amar errado” …

Vontades

“Tenho sentido uma vontade sobrenatural de ligar para alguém que já não me atenderia mais”. CFA

Então você lembra que é dia 5 e Lulu Santos está cantando “Tem que correr, correr e se adaptar. É tanta conta e não tem grana para pagar…”

E algum jeito leve você vai ter que dar…

Sorri e a vida continuou.

Imaginar…

“Imaginem um mundo de coisas limpas e bonitas, onde a gente não seja obrigado a fugir, fingir ou mentir, onde a gente não tenha medo nem se sinta confuso (não haverá a palavra nem a coisa confusão, porque tudo será nítido e claro), onde as pessoas não se machuquem umas às outras, onde o que a gente é apareça nos olhos, na expressão do rosto, em todos os movimentos — acrescentem a esse mundo os detalhes que vocês quiserem (eu me satisfaço com um rio, macieiras carregadas, alguns plátanos e uma colina — ou coxilha, como se diz aqui no Sul — no horizonte), depois convidem pessoas azuis para se darem as mãos e fazerem uma grande concentração para concretizar esse mundo — e, então, quando ele estiver pronto, novo e reluzente como se tivesse sido envernizado, então nós nos encontraremos lá e eu não precisarei explicar nada, nem contar nenhuma estória escura, porque estórias claras estarão acontecendo à nossa volta e nós estaremos sendo aquilo que somos, sem nenhuma dureza, e o que fomos ficou dependurado em algum armário embutido, junto com sapatos (quem precisará deles para pisar na grama limpa dessa terra?), roupas e enfeites (quem precisará de panos, contas ou cores na terra onde o ar será colorido e enfeitará nossos corpos?)— lá, eu digo, nós nos encontraremos entre centauros, sereias, unicórnios e duendes, e sem dizer nada, com um olhar verde (uma das minhas grandes frustrações sempre foi não ter olho verde — mas lá eu terei) eu direi o quanto gosto de vocês, e voaremos de tanta boniteza — combinado?”

 

Hoje eu queria fugir para este mundo e acreditar que nada disso está acontecendo.